Controle de dados é essencial para o sucesso de qualquer negócio e, uma das ferramentas mais poderosas para essa tarefa é a análise de gráficos. No entanto, os gráficos podem ser igualmente eficazes e complicados de interpretar. 

Se esse é o seu caso, que bom que chegou até aqui. Este conteúdo é para te ajudar a analisar gráficos corretamente, de forma assertiva e eficaz, de modo a conseguir direcionar e organizar dados e informações mais facilmente na sua organização.

Continue a leitura e veja as 5 dicas para fazer a análise de gráficos e dados e, assim, otimizar processos e gerar mais negócios!

1. Para a análise de gráficos, entenda antes o tipo do gráfico!

Todos os tipos de gráficos são uma forma de texto, logo, a análise de gráficos é como uma interpretação de texto. Existem diferentes formatos, os quais você precisa entender, para poder tirar as conclusões corretas.

Na Plataforma de Gestão da Área Central, por exemplo, os gráficos são gerados automaticamente, basta interpretá-los para utilizar as informações da melhor forma possível. Então, como um usuário da Plataforma AC, você não precisa criar gráficos, basta saber lê-los, e a gente te ajuda nisso também. 

O primeiro passo então é conhecer os tipos de gráficos, ou pelo menos os principais. Elencamos os modelos de gráficos que apresentam informações de forma mais coerente e precisa, com foco na tomada de decisões.

Gráfico de Pareto

Esse modelo de gráfico auxilia no controle de qualidade, com o objetivo de compreender a relação ação-benefício e, assim, priorizar a ação que trará o melhor resultado.

O gráfico de Pareto é em barras e ordena as frequências das ocorrências em ordem decrescente. Ele permite a localização de problemas vitais e a eliminação de futuras perdas.

Gráfico Pivotado

O chamado ponto de pivô, trata-se de uma técnica para determinar níveis. É bastante utilizado para comparar valores, como em processos de precificação, por exemplo.

Os pontos de alta e baixa nesse tipo de gráfico, podem ser usados para determinar quando entrar ou sair de operações, ou para determinar o intervalo de um mercado.

Gráfico de Dispersão

Seu uso é interessante para pontuar os dados nos eixos verticais e horizontais, determinando assim, o quanto uma variável é afetada por outra.

É uma boa opção para fazer testes A/B, por exemplo e identificar quais ações se saem melhor, para então direcionar os esforços corretamente.

Gráficos Tradicionais

Mesmo os modelos mais tradicionais de gráficos, podem acabar sendo confusos na hora de fazer a análise, por isso é sempre bom conhecê-los, e os mais comuns são:

Gráfico de Colunas: Um dos mais simples de entender, o gráfico de colunas é de forma vertical e sua apresentação está relacionada ao crescimento e queda de uma operação, através de comparações.

Gráfico de Colunas

Gráfico de Pizza: Bastante comum, o gráfico de pizza é um diagrama onde os valores de cada categoria representada é proporcional a medidas dos ângulos. Bastante visual e simples de interpretar.

Gráfico de Pizza

Gráfico de Linhas: Este modelo é formado por uma linha construída a partir de pontos que representam os dados, por meio de uma ligação de segmento de retas.

2. Período de análise

Este é um ponto que requer bastante atenção na hora de analisar um gráfico. Tenha em mente que o período é um fator importante, uma vez que influencia nas totalidades e impacta diretamente na tomada de decisões.

Isso quer dizer que você precisa saber exatamente qual período você está olhando os dados, se ele corresponde e é suficiente para determinada informação. Do contrário, certas situações podem acontecer:

  • Analisar dados e informações acreditando ser de um determinado período, e ser de outro, que não é relevante para o processo que está sendo realizado;
  • Ler dados de um período muito pequeno e ter interpretações distorcidas.

Para este segundo ponto, considere o seguinte exemplo: imagine que você vai fazer uma análise dos seus principais fornecedores. De um deles, você compra a cada 3 meses, mas acaba selecionando um período de apenas 2 meses para analisar. Esse fornecedor não vai aparecer na sua lista, o que não significa que ele não seja relevante nas suas compras.

Logo, é muito importante ser preciso ao selecionar o período para fazer a análise de gráfico. Do contrário, você pode acabar utilizando informações erradas para gerir seus processos e desenvolver estratégias e, inclusive, errar na gestão de fornecedores.

3. Fonte de dados

Fonte de dados

Qual é a sua fonte/base de dados? Sabia que isso interfere bastante na hora de fazer a análise de gráficos?

Estar ciente e identificar quais dados são coletados e de onde estão vindo é o ponto de partida para uma análise de informações e métricas coerentes. 

Para visualizar melhor, um exemplo é a opção mais assertiva, então considere o seguinte cenário: 

  • Exemplo 1: Ao comparar o preço de dois produtos semelhantes, sem identificar se os dois produtos estão com a mesma base de preço, o resultado pode ser uma comparação falha. 

Ao falar em base de preço, nos referimos às questões de impostos incidentes nos produtos. Isso quer dizer que, ao comparar um produto com valor de IPI e ST incluso e outro sem esses impostos, você pode concluir que um é mais caro que o outro, sendo que pode ser o contrário. 

  • Exemplo 2: Comparar produtos com tamanhos ou embalagens diferentes. O refrigerante de uma determinada marca com tamanho de 2L será obviamente mais caro que ou de outra marca de 1,5L.

Já um produto vendido em um fardo deverá ser mais barato que um vendido unitariamente. No entanto, se analisar o preço total, o valor pode ser diferente.

4. Comparativos

Comparativos

Esse é simples de entender, mas não por isso deve ser deixado de lado, muito pelo contrário. Tenha em mente que fazer comparativos é algo rico e altamente relevante para direcionar os negócios com maior assertividade.

Quando se fala em análise gráficos, pense que comparar períodos, é a melhor forma para ver o progresso e desempenho de performance. Inclusive, este método é totalmente flexível para cada modelo de negócio, podendo escolher comparar o ano atual com o anterior, ou por trimestre, semestre, etc.

Na Plataforma de Gestão da Área Central, por exemplo, você pode escolher visualizar os gráficos com informações sobre os períodos selecionados, e assim, os acompanhar constantemente.

A afirmação “Realizei R$100 mil em vendas este mês”, é boa ou ruim? A resposta para essa questão só é possível ao comparar com os valores do mês anterior, ou outro período estipulado.

5. Cores

As cores e tonalidades devem ser consideradas e interpretadas para destacar e facilitar a compreensão de alguns dados. Então, se você está construindo os gráficos use as cores, se você está interpretando um gráfico, considere as cores como algo além de apenas deixar o gráfico mais bonito e atrativo. 

Para fazer a análise de dados, as cores são grandes aliadas, já que proporcionam uma dinâmica que facilita a leitura das informações e identificação dos dados. Até mesmo, as cores podem ser utilizadas para destacar resultados relevantes nos gráficos. 

Dica: Para um gráfico de despesas e receitas, por exemplo, recomenda-se colocar as despesas em vermelho e receitas em verde, pois isso facilita a compreensão das informações mais rapidamente. 

Lembre-se sempre que tons mais claros e mais escuros também podem, e devem ser usados para demonstrar a intensidade ou frequência dos dados.

E então?

Neste conteúdo apresentamos algumas ações que podem facilitar a análise de gráficos. Com as dicas que pontuamos, essa tarefa deixa de ser um bicho de sete cabeças e se torna um aliado poderoso na hora de gerir seu negócio.

Vale destacar que a Plataforma de Gestão da Área Central entrega de forma automatizada, informações compiladas, facilitando a análise. Para saber mais e descobrir como podemos auxiliar a sua empresa com a análise de gráficos, clique abaixo e solicite uma demonstração gratuita!

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